terça-feira, 20 de maio de 2014

De Copa ao inhame

Depois das 5 milhas, neste fim de semana fiz mais 5K na Série Delta. Percurso chatinho com muito sobe e desce. Fiz gripada. Resultado ruim, mas importa que eu fiz. Bom, por enquanto isso é o que me resta junto da dieta.

Na semana passada tive mais uma consulta com o dr. Marcelo. Mais alguns exames a fazer, muita conversa sobre tudo - de Copa e manifestações a temas do mundo ginecológico. Entre as questões desse mundo, questionei sobre a validade de as mulheres se entupirem de inhame, physalis, gelatina, abacaxi e tantas outras coisas. Como eu imaginava - depois de algumas conversas com minha amiga nutricionista - não faz sentido algum. De acordo com o dr. Marcelo, estudos mostram que comer inhame pode trazer algum benefício depois de um ano e meio. Ou seja, se você está planejando saber que terá de se tratar de infertilidade daqui um ano e meio, pode trazer benefícios. A gelatina, explicou a amiga nutricionista, também não faz sentido (ela explicou direitinho, mas só absorvi uma parte) por ser uma proteína com a cadeia muito longa, ou seja, que não é absorvida pelo organismo.

O dr. Marcelo contou ainda sobre uma paciente que disse para ele que estava tomando uma vitamina xyz importada totalmente natural. Ele pediu para ver o frasco. Pois bem, o tal componente mágico funcionava como anticoncepcional. Ou seja antes de comprar uma fazenda e passar a plantar inhame, gastar os tubos comendo physalis (porque é carinha), tornar-se acionista da Royal ou Dr. Oetker, o melhor é escolher um médico de confiança e seguir estritamente o tratamento.

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Dia das Mães. Um único comentário: achei que não me afetaria em nada. Mas fez um estrago considerável.